Meu Diário
13/12/2018 14h29
Meu Poetrix e a possível cirurgia para retirada do baço

Não obstante o posicionamento das veterinárias do Rio de Janeiro, sobre a necessidade de cirurgia para a retirada do baço (dobrou de tamanho em dois anos), Poetrix está bem.

Aparentemente, está mais ativo. Iniciamos um regime rigoroso (não passa fome) e parece-me que já emagreceu uns quilinhos. Com a medicação correta para as dores nos ossos e na coluna, que começou a tomar ontem à noite, no passeio matutino de hoje caminhou mais e nem queria voltar para casa. Deitou-se no gramado da pracinha e permaneceu como um reizinho admirando a paisagem natural e humana... Chama a atenção, por onde passa, pela beleza e tranquilidade que ostenta.

Ontem, visitei a clínica SOS Animal, em Lorena, onde Poetrix será operado. Trata-se de um local bonito, limpo e organizado. Emergência e atendimento 24 horas. Chorei um pouco... mas a cirurgia será necessária.

Falta-me marcar consulta com o cardiologista, para a realização de eletrocardiograma e ecocardiograma necessários à emissão do risco cirúrgico e, também, submetê-lo ao RX de tórax, para verificar possíveis metástases. Se houver algum problema, não será operado. Nesse caso, o monitorarei constantemente, até o final, para ampará-lo nos momentos que virão e evitar-lhe sofrimento desnecessário. Por outro lado, com o sucesso da cirurgia, tudo ficará em paz novamente, porque a falta do baço não gera problemas nem para os animaizinhos e nem para os humanos.

Agora, é orar e fazer de tudo, para que o meu pequenino fique bem.

 

 


Publicado por Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz em 13/12/2018 às 14h29
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09/12/2018 10h21
Meu Poetrix...

2018 não está sendo bom para mim, em matéria de sustos com relação à saúde.

Em decorrência dos últimos exames, suspeita-se que Poetrix esteja com câncer no baço. Enviarei todos os exames de sangue e a ultrassonografia para a veterinária do Rio de Janeiro, porque as informações prestadas pelos veterinários da minha cidade parecem contraditórias. Também, consultarei a opinião de outros veterinários, antes de tomar providências mais sérias. Os animaizinhos podem viver sem o baço e, ainda que o meu menino seja idoso, com os cuidados necessários, uma possível cirurgia poderá realizar-se. Estou muito triste, mas, seja o que for, cuidarei do meu pequenino e tudo farei para poupar-lhe sofrimento. Preparo o meu coração...

Hoje, ao perceber que não estava mancando (ofereci-lhe Cronidor na madrugada), saímos a passear até a pracinha próxima de casa. Como parece feliz em contato com a Natureza! Desde o dia em que aqui chegamos não saí com Poetrix, para não sobrecarregar a patinha que o faz mancar. Está em regime, porque necessita mesmo perder peso. Controlo tudo direitinho e o meu filhotinho de quatro patas não parece sofrer com a diminuição da ração. Mantenho-me atenta a isso também. Vamos torcer que o aumento do baço seja motivado por outras situações não fatais.

É preocupante a notícia que recebi no dia 4 de dezembro, última terça-feira. Demorei a decidir-me se escreveria a respeito ou não.

 

 


Publicado por Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz em 09/12/2018 às 10h21
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13/10/2018 11h34
Histerectomia

Em 4 de agosto retirei grandes pólipos endometriais e, no último dia 3 de outubro, submeti-me a uma histerectomia, apenas por prevenção. Nada de malignidade, felizmente. Desenvolvi uma hiperplasia e a família tem um histórico desagradável de câncer. Sendo assim, minha irmã (ginecologista) e o meu sobrinho (oncologista) aconselharam-me a histerectomia.

A cirurgia foi ótima, mas, estava achando estranho que, mesmo com o passar dos dias, sentia muita ardência na cicatriz. Terça-feira à noite, fui ao supermercado com o pai dos meus filhos e, poucos minutos depois, a ardência era praticamente uma dor desagradável. Senti-me mal. Cheguei em casa, tomei Tylenol 750mg (sou alérgica a praticamente todos os demais anti-inflamatórios) e deitei-me. Quarta-feira pela manhã, resolvi fazer o almoço, porque meu filho Gabriel, o pai da netinha, viria visitar-me. Pois bem, a dor na cicatriz voltou e também me senti mal.

Desde o início das dores, falava e repetia o tempo todo, que isso nunca ocorrera antes, em nenhuma das minhas cirurgias. As pessoas diziam que era normal, porque, afinal, realizara uma cirurgia. Não me convenci disso, mas, também, nada imaginei, a não ser que aquela era a prova de que eu estava mesmo ficando velha... rsrsrs...

Anteontem, fui ao cirurgião para retirar os pontos (pelo menos, pensei que fosse para isso). A princípio, nada falei. O médico examinou-me e disse que estava com secreção no local da cirurgia. Perguntei se era pus. Ele disse que não, mas poderia vir a ser. Então, falei-lhe das ardências e dores. Disse-me que manteria o anti-inflamatório por mais 7 dias e que eu não me assustasse se vazasse secreção purulenta, porque isso seria bom - que o anti-inflamatório puxaria o que tem dentro.

Como o consultório é dentro de um Shopping, depois que saí do médico, resolvi dar um passeio por lá. Mas, qual! Não caminhei nem cinco minutos e a ardência e as decorrentes dores voltaram bem fortes. Lá mesmo, tomei remédio para dor, mas de nada adiantou. Foi necessário telefonar para o pai dos meus filhos buscar-me. Ao chegar em casa tomei imediatamente o anti-inflamatório e o mantenho, de 8 em 8 horas. Mais uma semana!!! Arre!

Acredito que o processo inflamatório não seguiu em frente, porque estou bem. Não ocorreu nenhum vazamento de secreção, até o momento.

 

 


Publicado por Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz em 13/10/2018 às 11h34
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21/05/2018 23h48
Ressonâncias magnéticas no CPDI BarraShopping - um desastre

Foi muito estressante a manhã e parte da tarde de hoje.

Plano de Saúde AMIL, os exames de ressonância magnética do abdômen e da pelve, estavam marcados para as 9 horas, na Clínica de Diagnóstico por Imagem (CPDI), Unidade Barra Shopping, sala 325A. Cheguei ao local às 8h40. Às 10h30 ainda não fora atendida.

Com muita paciência, solicitei explicação aos recepcionistas sobre a demora exorbitante. Uma delas, sob a alegação de que verificaria a ocorrência, afastou-se da recepção. Ao retornar, comunicou-me que ocorrera um grande atraso na realização dos exames de outro paciente. Também, que ainda deveria esperar cerca de meia hora para ser atendida. Ouvi tudo com atenção, mas, logo a seguir, levantei-me do local em que me encontrava há quase duas horas e telefonei para o meu filho advogado. Num local em que poderia ser ouvida pelas recepcionistas e demais pacientes, informei-lhe detalhadamente o que ocorrera e que providenciasse uma ação judicial contra a clínica.

Como num passe de mágica, antes mesmo que eu desligasse o telefone, uma das recepcionistas convidou-me a acompanhá-la, sob a justificativa de que me transferiria para outra sala, na qual seria atendida com mais rapidez.

Apontou-me a salinha para a troca de roupas e uma enfermeira perguntou-me se estava bem. Respondi que, absolutamente, NÃO estava bem, mas, que já comunicara ao meu advogado a ocorrência do abuso. Alguns profissionais da clinica, entre enfermeiras, enfermeiros e médica, aproximaram-se para falar comigo. Fizeram-me diversas perguntas, cujas respostas constavam nos formulários preenchidos. Ofereceram-me uma aplicação de Buscopan Simples, para combater as dores instaladas, o que comprovou que nem ao menos leram a listagem de medicações às quais sou extremamente alérgica. Falei-lhes do Buscopan com Paracetamol, mas informaram-me que essa medicação não estava disponível.

Após outras colocações realizadas de forma visível para passar o tempo, encaminharam-me para a sala de exames - mais ou menos, às 11h10. Portanto, foram DUAS HORAS de atraso, até o início do processo.

O enfermeiro avisou-me que o exame demoraria somente 25 minutos. Mas, isso não ocorreu. Tudo foi muito demorado, com longos espaços de silêncio no ambiente. Não posso afirmar o que aconteceu, porque permaneci dentro da cápsula o tempo todo. De quando em quando, pela voz, percebia a troca dos enfermeiros que acompanhavam o exame. Somente para retirar-me da cápsula, retornou o enfermeiro do momento inicial.

Saí da sala de exames às 13h03. Fome e sede (jejum TOTAL por oito horas) e dores pelo corpo, além do braço direito amortecido em decorrência das quase duas horas em uma mesma posição - decúbito dorsal, com o corpo apoiado e alinhado com a mesa de exames e os braços estendidos ao lado do corpo. A mesa de exames era desconfortável, quase menor do que o meu corpo e os braços permaneceram imprensados entre o corpo e as paredes laterais da cápsula. Não me ofereceram suporte para as pernas, no sentido de promover alinhamento das curvaturas da coluna. Realizei o mesmo exame outras vezes, mas nunca me senti tão desconfortável. Ressalto, que não sou claustrofóbica.

Enfim, os exames foram realizados e os resultados ficarão prontos dentro de sete dias.

Exausta, ainda não consegui adormecer.

 

 


Publicado por Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz em 21/05/2018 às 23h48
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26/01/2018 23h44
Ainda pequenina...

Ainda pequenina, escolhi a cor azul para enfeitar os meus dias, mas, com a chegada da minha netinha Júlia, para o mês de maio, transformei-me em cor-de-rosa...

Transgredi alguns limites inadmitidos para uma menina dos anos 51: ostentava vontade própria, subia pelas copas das árvores e brincava de carrinhos rolimã com os meninos. Ao mesmo tempo, confeccionava as próprias bonecas e sentia-me linda à frente dos espelhos. Não me fixava no mundo real... vivia os meus sonhos e a minha poesia interior... Ainda hoje, escuto da minha irmã mais velha, com referência à infância e à adolescência: "Em que mundo você vivia, Sílvia?"

Rigorosa. Moralmente inabalável, ainda que a fantasia dos maledicentes tentasse invadir a minha pureza diante da vida. Polêmica? - Sempre!!!


Publicado por Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz em 26/01/2018 às 23h44
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Imagem de cabeçalho: jenniferphoon/flickr