Considerando o Diabo como representação do mal, e Deus — ou os deuses — como representação do bem, advogo pela tese de que ambos nos habitam: em cada ser humano coexistem a capacidade de praticar o bem e a possibilidade de produzir o mal.
Portanto, Diabo e Deus não precisam ser entendidos necessariamente como entidades externas, mas como símbolos de duas possibilidades éticas que coexistem em nós: a escolha pelo bem e a inclinação ao mal.
Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2026 — 22h