Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Meu Eu-poético sente saudades de algo eterno, do qual não se consegue lembrar... (Sílvia Mota)
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Textos

Ditadura no Brasil

 

Não foi ordem.

Foi silêncio imposto à força.

 

Não foi proteção.

Foi o aço frio da censura.

 

Livros arderam.

Canções calaram.

Corpos tombaram sem voz.

 

A noite caiu sobre o Brasil,

com botas que esmagavam esperanças,

com algemas que prendiam a palavra,

com o grito sufocado nos porões.

 

Ditadura:

cicatriz aberta na carne da História,

ferida que nos lembra:

— Democracia não se implora.

— Democracia se defende.

 

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz 

Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2025 - 8h10

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Enviado por Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz em 14/01/2026
Alterado em 16/01/2026
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