Nasce do fogo primordial,
renasce da cinza ancestral.
O ontem é silêncio sem vida,
o amanhã, promessa atrevida.
Arde e desvanece,
retorna e resplandece.
No coração eterno da ave
o ser adivinha o critério
do universo que inspira
o fim-princípio em mistério.
É a chama que ensina:
onde finda o jogo da morte
renasce o segredo da vida,
que navega na sorte.
Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Rio de Janeiro, 24 de novembro de 2025 - 9h34