Do fogo nasce.
Da cinza, renasce.
O ontem se despede.
O amanhã se acende.
Arde e some,
brilha e retorna.
No peito da ave,
o homem se vê:
fim e começo
num só instante.
Chama que ensina:
viver é recomeçar.
Rio de Janeiro, 24 de novembro de 2025 - 7h55