O meu status de vida não se forjou ao alvedrio da sorte, nem se rendeu às manobras do oportunismo. Consolidou-se, ao contrário, nas brasas da persistência, à sombra silenciosa da fé e do trabalho, onde cada esforço é semente, cada desafio, lição, e cada vitória, fruto de disciplina e coragem.
Não é a sorte que determina o valor da existência, nem a conveniência que mede a grandeza do espírito. É o compromisso com a própria verdade, a fidelidade às convicções mais íntimas e a constância da ação consciente que erguem, dia após dia, a dignidade do ser.