Textos


C-Camélia dos amores fiéis,
A-Amante em branco, rosa ou vermelho,
M-Matizada de vermelho e branco.
É-Édafon colorido ao verde olhar,
L-Lança silvos de mistério ao Universo.
I-Idílico sorrir de anjo em festa que
A-Arfa no sonho nascido da terra!
 
A-Assoma do verso em festa!

F-Flor invernal de exuberante espécie,
L-Litografada em paixão.
O-Ode à origem - Ásia alvissareira,
R-Rufos em ufos de outros mundos!
 
D-Dadivosa visão que a Natureza encerra,
A-Aos folhos de pétalas cenográficas.
 
F-Formosa à estação do frio,
I-Inocula resistência pelos ares,
D-Doida e doidivanas,
E-Entre suspiros e cores.
L-Linda flor do desvelo,
I-Impávida e brejeira,
D-Desafoga o coração do poeta
A-Aos laivos da paixão
D-De quem busca no Céu edênico perfume
E-E encontra na Terra um doce amor!

Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz

Rio de Janeiro, 12 de julho de 2016 – 6h25
A Camélia é um arbusto formado por uma folhagem brilhante, que se mantém verde inclusive no Inverno, daí ser chamada a Flor da Fidelidade. As suas flores são exuberantes e ao contrário da maior parte das flores, impõem a sua beleza numa época do ano em que as condições climatéricas apresentam-se menos favoráveis, oferecendo nas estações frias do Outono e Inverno uma flor de incrível beleza, que pode ser de cor branca, rosa, vermelha e matizadas de branco e vermelho. Originárias da Ásia, as flores depois de apanhadas podem durar vários dias dentro de uma jarra com água. As folhas muito resistentes e brilhantes, são decorativas e excelentes para colocar juntamente com outras flores, funcionando como acompanhamento em arranjos florais.

A Camélia é a flor inspiradora do romance "A Dama das Camélias", de Alexandre Dumas Filho. Na linguagem das flores, as camélias brancas significam virtude despretensiosa e beleza perfeita, ao passo que as camélias cor-de-rosa representam a grandeza da alma e as camélias vermelhas o reconhecimento. A tradição popular fala de uma antiga rivalidade entre a Rosa e a Camélia, pelo fato da primeira ser tão perfumada, mas terrivelmente espinhosa e, a segunda, ser meiga, mas ter um cheiro tão tênue, quase inexistente.
Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz
Enviado por Sílvia Mota a Poeta e Escritora do Amor e da Paz em 12/07/2016
Alterado em 12/07/2016
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