Repleta de alegria, em promessa de Paz,
a noite de Natal é sonho que refaz
momentos de ternura quase irreais.
Fosse eloquente assim esse calor humano,
pelos segundos todos e pelo ano inteiro
não ocorreriam rimas com tamanhos ais,
nem cadência ofensiva de interesse insano —
o sentir Amor seria então verdadeiro...
Rio de Janeiro, 6 de novembro de 2011 - 17h14.
Do "Poema sem fim", na PEAPAZ